Las sutilezas del poder en imágenes y algoritmos

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.32719/26312514.2025.11.4

Palabras clave:

Poder, imágenes, algoritmos, contemporáneo

Resumen

El artículo parte de la reflexión de Foucault “donde hay poder, hay resistencia” para investigar la validez de este axioma en la  época contemporánea, en la que predominan modalidades de poder que se ejercen a través de imágenes y algoritmos. El texto construye un cuadro de las modalidades de poder a lo largo de los siglos, empezando por los castigos físicos de la época  monárquica, pasando por las técnicas disciplinarias, las estrategias biopolíticas de gobierno, la sociedad del espectáculo y el  papel de las imágenes, el poder del consumo bajo el neoliberalismo, las sociedades de control descritas por Deleuze, el poder  instrumental de las grandes compañías tecnológicas, culminando con el poder actual de las inteligencias artificiales y sus  tecnologías de aprendizaje autónomo. Se argumenta que la evolución de las modalidades de poder sigue el camino de la  eficacia, la sutileza y el entretenimiento, y que son cada vez más aceptadas y menos combatidas. Por último, se reflexiona  sobre las posibilidades contemporáneas de resistencia y la construcción de colectividades en un mundo individualista, tomado  por imágenes en todas las instancias de la existencia y mediado por códigos de programación.

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Publicado

2025-01-16

Cómo citar

Barros Bordignon, G. (2025). Las sutilezas del poder en imágenes y algoritmos. Uru: Revista De Comunicación Y Cultura, (11), 43–62. https://doi.org/10.32719/26312514.2025.11.4
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